
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
QUANDO OS RICOS ATACAM O BE, ISSO É UMA COISA BOA!

domingo, 20 de setembro de 2009
JÁ NEM AS MOITAS ESCONDEM AS FLORES!

QUE MANUEL ALEGRE SEJA ALEGRE, MAS NÃO TANTO!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009
O DOSSIÊ SÓCRATES
sábado, 12 de setembro de 2009
DIFICIL MAS JUSTO
A imensidão de benefícios fiscais que pululam pelo nosso sistema cria problemas práticos e de principio. Os práticos: um sistema complexo ajuda à evasão fiscal, faz com que o Estado, gaste as suas energias a controlar minudências e só é eficazmente utilizado por quem tem mais informação ou dinheiro para pagar a um contabilista ou a um advogado. As razões de princípio são mais importantes. Quando o Estado devolve parte do investimento em PPR está a retirar do bolo fiscal dinheiro que deveria ir para o sistema público. Sabendo-se que a esmagadora maioria dos portugueses não pode investir em reformas privadas, está a desviar dinheiro ao SNS e ao ensino público, que é para todos, para subsidiar serviços a que só alguns podem aceder. Aliás, os argumentos contra as deduções são os mesmo que Sócrates usou, quando debateu com Portas, contra o plafonamento dos descontos para a segurança social ou o cheque-ensino nas escolas.
Como os mais pobres não têm qualquer possibilidade, e mesmo com as deduções, de ir a um médico privado ou por os filhos num colégio, eles estão, na prática, a pagar um serviço que lhes está interdito. Estão a pagar deduções que nunca poderão fazer. Os impostos, em vez de progressivos, passam a ser regressivos.
As deduções só são aceitáveis em serviços que o Estado não consegue prestar. E o dinheiro que se poupa na sua redução permite garantir ensino e saúde realmente gratuitos. É fácil explicar aos que usam essas deduções e que estão longe de ser ricos que elas não são justas e atrasam a criação de serviços públicos de qualidade que também são para eles? Não. Mas quem julga que ser de esquerda é defender o que é fácil engana-se.
A DEMÊNCIA DO "DEMENTIA"

Primeiro quero aproveitar para pedir desculpa pelo título ligeiramente grosseiro, porém neste caso em particular decidi recorrer à palavra "merda" porque no fundo é a que melhor serve para descrever a qualidade destes partidos de oposição. Como é possível irmos para eleições e não existirem alternativas credíveis ao Partido Socialista?
Não me interprete mal caro leitor, eu não sou um defensor do Governo, mas nos dias que correm quando olho para a oposição dá-me uma vontade de rir tão grande que mal me posso conter. Os outros candidatos são uma lastima, uma vergonha para Portugal, uma cambada de incapazes que perdem mais tempo a tentar prejudicar José Sócrates do que a tentar oferecer aos portugueses uma alternativa melhor de governação. Tudo bem, o Primeiro Ministro até pode não ser o mais brilhante do mundo, mas infelizmente a oposição consegue ser muito pior...
Veja-se o exemplo da recente notícia da suspensão do Jornal Nacional da TVI. Era mais do que óbvio que Manuela Moura Guedes e companhia envergonhavam o país e eram peritos mais em "sensacionalismo" do que propriamente "jornalismo". Fala-se em liberdade de expressão nos dias que correm e eu concordo perfeitamente que ela exista, mas cada coisa no seu lugar. O Dementia por exemplo não é um serviço de informação, é declaradamente um local de crítica e opinião pessoal, pelo que qualquer linguagem mais forte ou parcialidade é completamente compreensível, contudo se fossemos um serviço de informação sério isso não faria sentido...
Ora os partidos da oposição apressaram-se a tentar prejudicar o Governo e José Sócrates, como animais selvagens sedentos de sangue lá foram eles jogar a responsabilidade para cima de outros, sabendo muito bem que o tal telejornal era uma nódoa. Porquê que eles fazem isto? Porque obviamente não se tratam de partidos sérios, o seu principal objectivo não é oferecer aos portugueses uma alternativa viável ao PS, mas sim atacar indiscriminadamente o partido que está no poder...
E com tudo isto perdemos nós, que quando formos às urnas não vamos poder votar noutro partido que não seja o Partido Socialista, porque esta oposição é vergonhosa e os seus representantes não são uma concorrência forte a José Sócrates. Não é que eu queira votar no PS, mas meus amigos vamos ser sérios, alguém é capaz de votar noutro partido? Senão vejamos:

PCP/PEV (CDU) – Jerónimo de Sousa

Bloco de Esquerda - Francisco Louçã

CDS/PP – Paulo Portas

Ora aqui está o problema dos partidos de merda, eles colocam na liderança pessoas sem capacidade para serem rivais sérios de Sócrates, comprometendo e condicionando desta forma o resultado das eleições. Depois de tudo isto é quase demasiado óbvio que o PS vai continuar no poder, não por ser um partido genial, mas porque a oposição é demasiado fraca...
Reconheço também que qualquer um tem a sua opinião e podem existir pessoas loucas que votem no PSD, iludidos que acreditem na CDU, idealistas que votem no Bloco de Esquerda, ou atrasados mentais que acreditem no CDS. E verdade seja dita, nós vivemos num mundo cada vez mais demente e o povo português possui uma capacidade única para prejudicar-se a si próprio, pelo que uma surpresa apesar de ser improvável, não é impossível........que Deus nos salve da nossa própria ignorância...
Dementia é: votar em qualquer outro partido que não seja o PS...
“Dementia” é, como o próprio nome indica, a caracterização de um indivíduo que teve o desenvolvimento intelectual normal, ocorrendo a perda ou diminuição da capacidade cognitiva. Em resumo, são todas as doenças que provocam alteração da memória de curta ou longa duração o que implica que eu possa inferir, de tal blog, que o mesmo emerge de problemas mentais do ou dos seus autores, e mais não me resta do que entender, do ponto de vista meramente clínico esse entendimento mas contestar se, efectivamente não se tratar de um caso patológico, mas tão-somente de uma maldade, disfarçada de loucura, que lhe permita a classificação de inimputável.
Este “dementia” é manifestamente socrático e nem é por aí que me merece ser criticado. Todos os dementes, ou não, votam em quem melhor lhes aprouver, mas uma coisa é manter a calma e aceitar o veredicto do povo, traduzido em votos, ainda que eu não acredite nesta falácia, parecendo com isto negar aquilo que detenho como um valor maior que é a democracia, renego aquilo que os francamente dementes dão como um dado adquirido; - é que Sócrates é Deus, quando eu não acredito nem num nem noutro. Acredito, piamente, que esta merda, fazendo minhas as suas palavras, um dia vai mudar. Mas com Sócrates jamais!
Merda, agora digo eu, fique aí sossegadinho no seu cantinho, mal grado a sua loucura que eu lastimo sobremaneira, mas não nos considere uma cambada de loucos limitados por essa circunstância que nos excede na vontade própria. A história e o futuro não lhe pertence a si nem a mim, nem aos Sócrates, Paulos Portas, Louçãs, Jerónimos ou Manuelas. Cada povo constrói a sua história, leve o tempo que demorar e contra isso tudo o que diz, realmente, é merda.
2 - Nica Villa Real - Cancelei minha subscrição nesse blog. Até nem tanto pela grande merda que você escreveu acima, mas por não publicar comentários que vão contra aquilo que escreveu. O blogue é seu, escreva as merdas que bem entender, mas aceite também as críticas. Quem está na chuva é para se molhar.
domingo, 6 de setembro de 2009
ATENÇÃO À BÚSSOLA ELEITORAL DO EXPRESSO

JERÓNIMO DE SOUSA VS JOSÉ SOCRATES

quinta-feira, 3 de setembro de 2009
UM DEBATE QUE A ESQUERDA NUNCA FEZ

Faço-o porque entendo que o BE se insere numa esquerda moderna e inteligente, que tem um projecto e que pode "refrescar" as ideias velhas deste país decadente.
Acho, tal como Louçã, que existem pontos convergentes entre o Bloco e o PCP, mas o que os separa são questões de fundo que não se podem escamotear. O PCP continua na sua linha dura, parecendo não se dar conta que o mundo se transformou e que os partidos de esquerda, sem deixar de o ser nem abandonar o essencial dos seus princípios, têm de se adaptar a novas realidades, prosseguindo seriamente os seus objectivos, lutar por eles e tentar congregar à sua volta o povo num projecto que seja aglutinador.
O PCP, esteve onde sempre esteve e esse tem sido o seu erro. Erro, não por continuar a estar mas, essencialmente, da forma como teima estar. Portugal não é a "União Soviética" nem nós somos bolcheviques e, fazendo parte desta Europa caduca onde há muito para fazer, quer queiramos ou não, a menos que mudemos de continente (o melhor seria a Lua para começar tudo do zero), não há que decalcar modelos de sociedade onde provadamente os resultados estiveram à vista.
Depois deste abalo telúrico, causado por mais uma crise mundial, mercê do crescimento tentacular de um capitalismo desenfreado e selvagem, urge implementar uma nova ordem económica e política. É nesse sentido que a esquerda se deve direccionar, unida inevitavelmente, superando as suas divergências para não ser destrunfada pelas direitas que sabem muito bem o que querem, a tal ponto que a luta em Portugal nem é entre as esquerdas e as direitas, senão entre toda a direita que se digladia entre si pela fruição do poder.
Como é possível que em 35 anos ainda não tenhamos percebido isto?
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
NA CAÇA AO VOTO VALE TUDO

Imagine-se, quatro anos em que nem um nem outro se deram conta das suas “maldades” e como no próximo dia 27 não há chupa-chupas para todos, lá se resolveram a confessar as suas traquinices, tentado evitar o castigo. Doçura ou travessura? – Andaram eles durante este tempo todo a fazer travessuras e só agora se lembraram que quem lhes dá os doces, está muito zangado.
José Sócrates faz-me lembrar aqueles meninos mentirosos, compulsivos, de que tanto mentir se convencem de que falam verdade e, mais grave, arrastando outros nessas mesmas mentiras.
Será que José Sócrates, e já nem falo dos seus ministros e outros acólitos, pensa que os professores são uma cambada de energúmenos e que o povo é uma pileca que ele pode montar de qualquer maneira e feitio?
Este 1º ministro “metamorfoseou-se” convencido de que um lobo se pode transformar em cordeiro, mas tenhamos presente a fábula de La Fontaine.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
MÁRIO SOARES E OS SEUS PARADIGMAS

Dada a extensão do artigo, limito-me a repescar algumas das suas citações e fazer-lhes o meu comentário:
Segundo o articulista «Há sinais incontestáveis de que a crise global está a abrandar, tanto em Portugal como noutros países da Europa e no mundo em geral», detendo a opinião, que diz ser pessoal, que isto não representa que já «tenhamos batido no fundo e que já estamos em franca recuperação». «Não, não estamos», acrescenta.
Dito isto e o mais que disse, em que me parece querer atingir unicamente o programa do P.S.D. e a Dra. Manuela Ferreira Leite, escamoteou as semelhanças que existem entre os alvos da sua critica, e o seu P.S. e o seu secretário-geral, José Sócrates. Senão, vejamos:
Salienta que «o desemprego continua a crescer e o crédito, pelo menos para a maioria, continua a ser difícil de obter, da parte dos bancos. O deficit a crescer» e, eu gostaria que o Dr. Mário Soares se tivesse explicado melhor, esclarecendo se acha que foi a oposição que governou nesta legislatura e se lhes deve assacar responsabilidades da governação desastrosa, com maioria, do seu partido?
E segue com esta coisa estapafúrdia: - «A verdade é que não se procedeu ainda a uma análise crítica, séria e transparente, para o público em geral, do porquê da crise e das suas consequências a médio prazo». O que me deixa surpreendido, vindo de quem vem, porquê seria ao Governo, e exclusivamente ao governo, que caberia falar verdade aos portugueses da dimensão e das consequências das crises (Sim, desta e da que já vinha do passado, e que tão bem Victor Constâncio trabalhou a mando do PS) e ter tido, mais do que a inteligência, a seriedade de proporcionar essa análise crítica, séria e transparente, envolvendo, sem ódios nem arrogância, todos os partidos e parceiros sociais, demonstrando com tal atitude que tratando-se de um problema nacional, todos têm responsabilidades e que uma maioria, até pela supremacia que representa, deveria ser a primeira a demonstrar, sem sofismas, a sua apetência para as melhores práticas democráticas.
Tecendo considerandos acerca da falência de bancos e de grandes especuladores, que arrastaram com eles muitas empresas e pessoas que neles confiaram, remata: - «Foi o caso paradigmático de Madoff, na América, que já está julgado, condenado e na prisão, por longos anos» e acrescenta - «e de outros pequenos Madoffs portugueses, grandes à nossa escala, que não estão presos, apesar de alguns serem arguidos. Ninguém poderá dizer se o virão a estar alguma vez….Sabe-se alguma coisa da “operação furacão” tão publicitada há já tantos meses, por aqueles que a investigam? Ou dos casos tão simbólicos do BPN e do BPP?». E eu não posso deixar de perguntar duas coisas ao Dr. Mário Soares; uma - esqueceu-se doutros casos, como o Freeport, Casa Pia, Apito dourado, Lopes da Mota, etc?; Outra – considerando que a justiça é (deve ser) independente do poder politico, é com base na legislação produzida pela Assembleia da Republica que se investiga e julga nos tribunais, pelo que tendo o governo alterado e mal, segundo opinião de eminentes magistrados e juristas, os Códigos Penal e de Processo Penal, estará a fazer uma crítica ao Ministério Publico, aos Juízes e ao Governo, ou a todos eles? É que não se entende no que escreveu.
Diz, Mário Soares, «que se está a procurar esquecer a crise sem averiguar os seus fundamentos» [...] «bem como as suas nefastas consequências» e que não se pode «ultrapassar a crise com meras medidas circunstanciais, de emergência (aliás ainda não integralmente explicadas) sem necessidade de ir às suas causas ou ignorando-as propositadamente». Não podendo deixar estar de acordo, fica-me a ideia de que o Dr. Mário Soares, neste particular, deve-se estar a referir ao governo, até reforçada por esta sua afirmação; - «Os dirigentes mais responsáveis – com obvias excepções – continuam a pensar que tudo pode ficar na mesma, favorecendo os muitos ricos e abandonando à sua sorte as classes médias e, sobretudo, os pobres, os socialmente excluídos e os desempregados». Ora tendo o Dr. Mário Soares metido há muito tempo o socialismo dentro da gaveta e tendo Sócrates seguido e mantido essa sua decisão, espero que não esteja a considerar que as obvias excepções sejam os dois e o PS.
A conclusão que o Dr. Mário Soares tira deste PSD, é a de que parece não ter este aprendido nada com a crise, que é preciso outro modelo de desenvolvimento, com regras éticas, que acabe com especulações criminosas, com off-shores, com negociatas e roubalheiras. Que os professores e os sindicalistas não são parvos e que, não votarão PSD.
Espero que não sejam; e não só os professores e os sindicalistas, mas a maioria do povo português, porque entre PS e PSD, venha o Diabo e escolha.
CAMPANHA ELEITORAL DESONESTA

CAVACO-SÓCRATES; DESCUBRA AS DIFERENÇAS!

18 BOAS RAZÕES PARA NÃO VOTAR EM MANUELA FERREIRA LEITE

2-Criou o Imposto Especial por Conta de IRC aplicado às PME.
3-Aboliu o crédito bonificado à compra de Habitação de casais jovens.
4-Aumentou o IMI e de que maneira, até os palheiros pagam.
5-Vendeu dívidas ao fisco no valor de 11,7 mil milhões de euros, ao City Group por 1,7 mil milhões.
6-Vendeu ao desbarato a REDE fixa de telefone, no valor de 2,3 mil milhões de euros, por 250 milhões. Que ricos negócios.
7-Diz que não faz as grandes obras, com esta atitude fomenta o desemprego.
8-Diz que rasga tudo.
9-Vai acabar com a avaliação dos professores.
11-Apoiou a GUERRA DO IRAQUE.
12-Diz que suspende por 6 meses a democracia.
13-Diz que o sexo é só para fazer filhos.
14-Diz que o TGV serve apenas para resolver problemas de emprego de Cabo Verdianos e da Ucranianos.
15-Diz que o Santana Lopes e um grande exemplo democrático.
16-Diz que a crise económica e financeira foi um pequeno abalo de terra.
17-Vai rasgar as políticas Sociais do Governo.
18-Diz que o aumento do ordenado mínimo seria um desastre para o País.